A rifa do burro

por Gabriel Naressi em 10 de maio de 2009 às 14:11

Garotos espertos hein :D
Certa vez quatro meninos urbanos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês.O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando voltaram, aconteceu o seguinte diálogo:

- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.

- Então devolva-nos o dinheiro!

- Não posso, já o gastei todo.

- Então, de qualquer forma, queremos o burro.

- E para que o querem? O que vão fazer com ele?

- Nós vamos rifá-lo.

- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e aconteceu novo diálogo:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.

- E ninguém se queixou?

- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.

Os quatro meninos cresceram e prosperaram. Um deles fundou um banco chamado Opportunity. O outro, um banco chamado Marka. O terceiro, uma igreja chamada Universal. O último tornou-se Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Termômetro de risadas

por Gabriel Naressi em 15 de fevereiro de 2009 às 15:33

Feito por mim mesmo, inspirado nesse, em inglês, mas modificado para modo tosco .
medidor-de-risadas
Clique para ampliar :)

Piada sem graça do dia

por Gustavo Landim em 7 de outubro de 2008 às 21:26

A Loira e os três soldados

3 soldados de diferentes países (um americano, um japonês, um espanhol) encontravam-se presos em um campo de concentração. O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste: Todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos os prisioneiros, a LOIRA e o diretor rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento… E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram menos a LOIRA. O diretor, assistindo a impassividade da LOIRA, clamou: ‘Matem esse americano sem graça!!’ E lá se foi o pobre gringo… O próximo era o japonês: contou uma piada ainda mais engraçada. Mais uma vez, todos riram, menos a LOIRA. Perante o rosto sério da LOIRA, o diretor ordenou: ‘Matem esse japonês que não sabe contar piadas!’ E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, a LOIRA caiu na risada. E passou a rir sem parar! O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou a LOIRA: ‘Mas, mulher, o Espanhol mal começou a contar a piada… Do que está a rir?’ ‘Muito boa a piada do americano!’

mas que mundo tosco é esse …

Pau no nome (comééédia!)

por Gustavo Landim em 13 de setembro de 2008 às 11:49

Leia tudo é muito engraçado !!!

“Esmeraldas, 5 de março de 2002

Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o

sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me

deixado embaraçada em várias situações. Desde já, antecipo

agradecimento e peço deferimento.

Cara Senhora Pau,

Sobre sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de dizer que a

nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é

complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, o

processo é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a

usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se torna

mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sido

usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a

retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau

de seu pai pode ser algo que venha a chateá-lo. Outro problema,

porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios e

ficará estranho caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso

sem falar que, caso tenha sido adquirido após casamento, as pessoas

estranharam muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de

seu marido. Uma opção viável seria a troca de ordem dos nomes. Se

a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau

pode ser escondido, por que a senhora poderia assinar seu nome

como Maria P. José. Nossa opinião é que esse preconceito contra este

nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora usou o Pau

de seu marido há tanto tempo, não custa usar um pouco mais. Eu

mesmo possuo Pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o Pinto

me causou embaraços.

Atenciosamente, Geraldo Pinto Soares
Desembargador Tribunal de Justiça – Brasília/DF

O bêbado no ônibus

por Gustavo Landim em 5 de setembro de 2008 às 13:39

Um bêbado estava em um ônibus, chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
o cobrador irritado disse:
- e se seu pai fosse gay e tua mãe uma puta o que você seria?
o bêbado disse:
- eu seria cobrador de ônibus.

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