Garotos espertos hein
Certa vez quatro meninos urbanos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês.O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando voltaram, aconteceu o seguinte diálogo:
- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e aconteceu novo diálogo:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.
Os quatro meninos cresceram e prosperaram. Um deles fundou um banco chamado Opportunity. O outro, um banco chamado Marka. O terceiro, uma igreja chamada Universal. O último tornou-se Presidente do Supremo Tribunal Federal.
Feito por mim mesmo, inspirado nesse, em inglês, mas modificado para modo tosco .

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A Loira e os três soldados
3 soldados de diferentes países (um americano, um japonês, um espanhol) encontravam-se presos em um campo de concentração. O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste: Todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos os prisioneiros, a LOIRA e o diretor rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento… E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram menos a LOIRA. O diretor, assistindo a impassividade da LOIRA, clamou: ‘Matem esse americano sem graça!!’ E lá se foi o pobre gringo… O próximo era o japonês: contou uma piada ainda mais engraçada. Mais uma vez, todos riram, menos a LOIRA. Perante o rosto sério da LOIRA, o diretor ordenou: ‘Matem esse japonês que não sabe contar piadas!’ E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, a LOIRA caiu na risada. E passou a rir sem parar! O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou a LOIRA: ‘Mas, mulher, o Espanhol mal começou a contar a piada… Do que está a rir?’ ‘Muito boa a piada do americano!’
mas que mundo tosco é esse …
Leia tudo é muito engraçado !!!
“Esmeraldas, 5 de março de 2002
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o
sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau tem me
deixado embaraçada em várias situações. Desde já, antecipo
agradecimento e peço deferimento.
Cara Senhora Pau,
Sobre sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de dizer que a
nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é
complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, o
processo é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a
usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se torna
mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sido
usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a
retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau
de seu pai pode ser algo que venha a chateá-lo. Outro problema,
porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios e
ficará estranho caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso
sem falar que, caso tenha sido adquirido após casamento, as pessoas
estranharam muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de
seu marido. Uma opção viável seria a troca de ordem dos nomes. Se
a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau
pode ser escondido, por que a senhora poderia assinar seu nome
como Maria P. José. Nossa opinião é que esse preconceito contra este
nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora usou o Pau
de seu marido há tanto tempo, não custa usar um pouco mais. Eu
mesmo possuo Pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o Pinto
me causou embaraços.
Atenciosamente, Geraldo Pinto Soares
Desembargador Tribunal de Justiça – Brasília/DF
”
Um bêbado estava em um ônibus, chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mãe rainha eu serei o príncipe.
o cobrador irritado disse:
- e se seu pai fosse gay e tua mãe uma puta o que você seria?
o bêbado disse:
- eu seria cobrador de ônibus.
gostaram?